quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

A importância da Gestão para as Pequenas e Médias Empresas.

Na atual conjuntura de crise e indefinição sobre sobre o contexto político, o diferencial para as empresas estará na gestão dedicada de cada empresário. Tenho visto várias empresas que nem se quer sabem o quanto faturam!! Por incrível que pareça, há uma considerável parcela das empresas que não tem nenhum indicador para mensurar os seus resultados. Teve um caso, numa consultoria que estava fazendo, a empresária não tinha nenhuma informação sobre a sua empresa, não sabia quanto faturava, quanto pagar de impostos, quanto era a folha de pagamento, enfim, NADA!! Ao perguntar sobre como ela sabia se a empresa estava dando lucro ou prejuízo, ela me disse: Olhe meu filho, eu comprei carro, casa, paguei a escola dos meus filhos e estou aqui até hoje!!

Esse caso, apesar de encontrar várias vezes, não pode ser o local comum. Todo e qualquer empresário que deseje crescer, precisa montar um sistema de gerenciamento, ou seja, criar indicadores atrelados a metas e acompanhar. Definir metas arrojadas e exigir da equipe o cumprimento delas é um dos caminhos para se atingir grandes resultados.

Outro ponto importante é o desenvolvimento através do conhecimento. Vivemos na era do conhecimento e isso é um fator decisivo para se obter bons resultados. Todos da empresa, sem exceção, precisam se desenvolver. O custo de investir nos seus colaboradores é infinitamente menor que mantê-los sem o mínimo de preparo. 

Com isso, temos dois grandes pontos a serem desenvolvidos pelas empresa. Com mais algumas características como: foco, determinação e disciplina, ajudarão significativamente nos dois pontos anteriores.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

O custo da Zona de Conforto nas Empresas

É difícil perceber, mas o custo da zona de conforto dos colaboradores é altíssimo e pode prejudicar a sua empresa. Muitas vezes ele é imperceptível, estando presente dentro de frases e atitudes muitas vezes  ditas  como conservadoras. Planos que não  vão para frente e produtividade baixa, podem ter sua origem em pessoas que estão acostumadas a um estilo de gestão ou até  mesmo por medo do novo. Toda mudança gera desconforto e isso gera uma grande quantidade de atitudes pessimistas que precisam ser trabalhadas na equipe, caso contrário a produtividade se estava ruim pode ficar pior.

É dever dos líderes sempre motivarem seus colaboradores a tentar algo novo, a criar uma situação  de desconforto para que eles possam evoluir.  Não há evolução debaixo do lençol quente, as pessoas só  irão crescer e amadurecer quando colocadas à prova. Por natureza, vamos sempre gostar da nossa zona de conforto, mas é justamente nela onde mora a mediocridade. Ao se criar uma situação diferente da que estamos acostumados, mentalmente tentarmos mudar ou nos mudar para nos sentirmos novamente confortáveis e, ao fazer isso, ė que vem as soluções para os nossos problemas. A única certeza que devemos ter é que as coisas vão mudar e as pessoas e empresas que terão maior destaque são as que melhor se adaptarem a esse cenário.

A Falta de Planejamento e as Consequências para as Empresas



É comum ouvirmos no mercado que para o desenvolvimento da empresa, é preciso realizar o um planejamento das atividades. Evitar que erros grosseiros aconteçam e tentar prever o futuro, são os argumentos utilizados para realizar tal atividade.
 O ato de planejar é um processo contínuo de aprendizado que busca reduzir as incertezas do futuro com a maior margem de segurança possível.

O portal Wikipedia fala que:

"O planejamento é uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber a realidade, avaliar os caminhos, construir um referencial futuro, o trâmite adequado e reavaliar todo o processo a que o acoplamento se destina. Sendo, portanto, o lado racional da ação. Tratando-se de um processo de deliberação abstrato e explícito que escolhe e organiza ações, antecipando os resultados esperados. Esta deliberação busca alcançar, da melhor forma possível, alguns objetivos pré-definidos."https://pt.wikipedia.org/wiki/Planejamento"


Várias empresas, realizam o planejamento ao fim do ano, onde o objetivo é já iniciar o próximo ciclo implementando as atividades, outras iniciam o ano realizando esse processo. Contudo há uma grande parcela que nem executam. Não realizar um planejamento é o mesmo que gerir a empresa utilizando o refrão de uma música conhecida: "Vou deixar, a vida me levar para onde ela quiser...". É o mesmo que contar com a sorte para que a empresa possa ter bons resultados. A consequência disso é o total descontrole por parte da liderança que fica sem um rumo para gerir seu setor, ficando na dependência das habilidades de cada líder para resolver os problemas que a cada dia só pioram. 

Uma ferramenta simples, porém de grande importância para ajudar no planejamento e execução das atividades é PDCA. Com as siglas do Inglês Plan, Do, Check, Act que significam, no português, Planejar, Executar, Checar e Avaliar dão aos gestores um direcionamento das ações para resolução dos principais problemas encontrados.

As etapas do PDCA


O ciclo PDCA se trata de uma ferramenta de gestão muito conhecida as administração geral. De forma ampla, ele visa controlar a melhorar os processos e produtos de uma forma contínua.

1 - Planejamento - Primeira etapa do ciclo. Deve-se estabelecer um plano com base nas diretrizes da empresa, estabelecendo também os objetivos, os caminhos e os métodos a serem seguidos.

2 - Executar - Significa colocar o plano em prática, isto é, executar o plano de ação previamente elavora na etapa de planejamento do ciclo PDCA.

3 - Checar - Deve-se avaliar se o que foi feito na etapa anterior, foi realizada da maneira pela qual foi planejada.

4 - Avaliar - É a realização das ações corretivas, que visam a correção das falhas encontradas durante o processo.

O texto sobre o Ciclo PDCA foi extraído do site: http://www.portal-administracao.com/2014/08/ciclo-pdca-conceito-e-aplicacao.html

Com isso, devemos ter muito cuidado e muita disciplina na hora de executar, pois muitas são as empresas que realizam um planejamento e não cumprem nada do que foi acordado. Esse tipo de comportamento compromete a motivação da equipe pois ela fica com a sensação de trabalho inútil.






quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Como as empresas e colaboradores enfrentam a crise.

Que o mercador está em crise, isso está claro para todo mundo. Seja por problemas políticos ou por problemas econômicos, não um setor que não esteja passando por reajustes das contas. O grande temos sobre uma crise é a incerteza do que acontecerá nos próximos dias, meses e anos. Por um lado, você tem os colaboradores que vão fazer de tudo para permanecer no emprego, tomando atitudes positivas e negativas. Por outro, existem empresas que precisam cortar gastos para se manter ativas.

Vendo o lado dos funcionários, existem aqueles eu vão diretamente à liderança e perguntam o que pode ser feito para reduzir os custos, outros vão propor mudanças no comportamento e nos procedimentos para ajudar a empresa a passar pela crise e, também, se manter no emprego. Em contrapartida, sempre vão existir aquele profissionais negativos que sempre vão falar que vai dar errado e não estão dispostos a ajudar.

No lado da empresa, os empresários tentarão de todas as formas se manterem ativas e competitivas no mercado. Reduções de custo serão feitas de qualquer forma, independentemente da vontade dos funcionários. Corte de hora extra, promoções e novas contratações estarão bloqueadas por algum tempo.

Com isso, algumas informações são importantes para empresas e colaboradores para passar da melhor maneira possível a crise:

Empresas:

1 - Ter uma comunicação clara e direta com os colaboradores, evitando conversas desfocadas;
2 - Promover o envolvimento de todos no processo de redução de custos, sem a ajuda de todos, qualquer esforço será invalidado;
3 - Pensar, antes de tudo, nos possíveis impactos que cada decisão causará nos clientes, o custo para recuperá-lo é muito maior que mantê-lo.

Funcionários
1 - Entender que a crise é uma oportunidade e que é interessante que ele se mostre disponível para ajudar a empresa a sair dessa situação;
2 - Rever todas a forma como todas as atividades são realizadas e verificar o que pode ser melhorado reduzindo os recursos da empresa;
3 - Engajar outros colaboradores a ter o mesmo comportamento que o seu, mesmo sabendo que não temos o poder sobre as pessoas.




A importância do líder em tempos de crise

Crise econômica, sem dúvida, é a palavra que mais esteve presente nas manchetes dos jornais, revistas, noticiários de televisão em todo o país. E até mesmo nas rodas de happy hour, este assunto está presente na vida do mundo e especialmente na vida do brasileiro.

Uma das medidas mais presentes em momentos de crise são os cortes de pessoal, e muitos dizem que ninguém é insubstituível, mas quem se destaca e entrega resultados excepcionais é difícil de ser substituído. Pessoas que se diferenciam e se destacam são essenciais nas organizações, pois são talentos que a empresa sabe que, se perdê-lo, terá que se reorganizar para criar uma nova maneira de ser e preencher essa lacuna.
“Quando existe uma escuridão, tem gente que reclama dessa escuridão e tem gente que acende uma vela”.
"Todos os dias há pessoas que choram e pessoas que vendem lenços".
Assim, hoje, o líder possui o grande desafio de gerir o time em tempos de crise, pois já está havendo nas empresas corte de custos, demissões, substituição de profissionais e menor investimento no desenvolvimento profissional. 

Existem uma série fatores que fazem com que os profissionais se sintam mais inseguros. Cabe aos líderes atuarem da forma correta, direcionando a todos para o caminho correto.
Com uma comunicação mais clara e transparente, o líder consegue diminuir a ansiedade dos colaboradores, evitando que a famosa "rádio peão" se torne mais forte. O boato é extremamente prejudicial ao desenvolvimento das atividades empresariais.

Outro aspecto são as promessas realizadas, o que é dito e e como é dito. Ao se fazer uma promessa, por menor que seja, o colaborador tende a esperar que de fato aquilo aconteça, e, se por qualquer motivo o que foi prometido não se realizar, cria uma frustração na equipe. 

O líder tem papel fundamental para manutenção do clima e da motivação da equipe. Falhas de comunicação, promessas não cumpridas e erros grosseiros de gestão, só tendem a piorar a situação e, em alguns casos, agravar a crise.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Qual a importância dos Indicadores para uma Organização?





Indicador de desempenho é um tema que está presente em diversas publicações sobre gestão. Mas você sabe dizer qual a importância da medição de desempenho para as organizações? Imagine a seguinte metáfora: deveríamos medir diariamente a nossa pressão sanguínea e a temperatura corporal, certo? O acompanhamento destes números seria capaz de indicar quando algo não vai bem para que você tome alguma atitude. No entanto, em geral, não agimos desta maneira. Isso porque nós, seres humanos, somos dotados de capacidade de sentir dor.

Se usarmos o mesmo raciocínio para caso das organizações, reparamos que esta não possui a capacidade de “sentir dor”. Pelo contrário, quando algo de errado aparecer, em geral, já é tarde demais. O concorrente já tomou seu espaço, os resultados financeiros já caíram ou os clientes já estão insatisfeitos. Tarde demais.

Portanto, diferentemente da pessoa física, a pessoa jurídica precisa sim medir sua “pressão sanguínea” e a temperatura corporal diariamente. As organizações precisam de algum mecanismo que as façam “sentir dor”. Precisam de “Indica-DORES”.  Continuando a metáfora, podemos afirmar que o importante é que as organizações tenham “Indica-DORES” e não “Indica-saúdes”. Muito mais importante para o gestor é aquele número que, acompanhado periodicamente, permite alertá-lo sobre eventual notícia ruim e que mostra os pontos de fragilidade do processo e da estratégia, do que aquele número que mostra “o quanto a empresa é boa e competente”. Números bons são sempre bem-vindos (e devem ser continuamente comemorados), mas a função de maior importância para fins de gestão são indicadores que nos permita tomar ações de melhoria para reduzir o risco inerente aos aspectos frágeis da gestão, ou mesmo corrigir equívocos ou fragilidades processuais em tempo.


Os dados gerados pelos processos geram conjuntos de informações que devem suprir os Indicadores de Desempenho que serão implantados na Empresa. É possível que alguns indicadores devam ser compilados manualmente, pois os dados podem não estar disponíveis no ERP em uso.
INSTRUMENTO DE GESTÃO – INDICADORES DE DESEMPENHO
  1. O que é
Instrumento de Gestão – INDICADORES DE DESEMPENHO é composto de um ou mais Grupos de Indicadores que permite avaliar continuamente a posição e evolução de determinada atividade de uma empresa.
  1. Para que serve
O Instrumento de Gestão - INDICADORES DE DESEMPENHO permite acompanhar, avaliar, sugerir, decidir, interferir ou mudar o rumo de um processo ou conjunto de atividades visando atingir determinado objetivo. No caso dos Indicadores de Desempenho, cada indicador deverá ter uma meta diretamente relacionada com o Planejamento Anual ou outro valor que represente uma expectativa ou desafio para o responsável ou sua equipe atingirem em determinado tempo.
  1. Como funciona
Organizado inicialmente através de Planilha Eletrônica, cada Indicador terá uma Meta através de um índice ou Valor Absoluto a ser buscado e atingido ao longo de determinado período de tempo. Regra Geral se definem Metas Anuais que podem ter objetivos periódicos mensais, trimestrais ou semestrais, por exemplo. O ideal é estarem vinculados ao Planejamento Anual da Empresa (Orçamento Financeiro, Orçamento de Vendas, Produtividade, Lucratividade etc.)
  1. Conceitos e Frases Inerentes ao Conceito
a)    “ Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia” , Deming
b)    “O que não é medido não é gerenciado ....“, Robert Kaplan
c)     “Se você não mede algo, você não pode entender o processo. Se você não entende o processo, você não consegue aperfeiçoá-lo”, Peter Drüker
d)    “Medir é imprescindível, pois não se melhora nem se controla o que não se mede”. Logo, precisamos sempre ter indicadores para entendermos onde estamos, onde desejamos chegar e o que precisamos fazer para chegar ao estágio desejado, especialmente para atingir Metas Setoriais e Objetivos de Longo Prazo. Sem o Instrumento Indicadores de Desempenho, podem ser comprometidos os esforços para se concretizar o Planejamento Anual - João Carlos Domanski.  
  1. Expectativas e Entendimento Conceitual
O Instrumento de Gestão é uma ferramenta de apoio à gestão. Deve apoiar tanto a Alta Direção, como as Gerências Executivas, Supervisores e suas equipes. Deve ser utilizado para compreensão mútua dos processos e dos resultados atingidos. A recíproca também é verdadeira. Serve para indicar que algo não vai bem, seja por desempenho pessoal, processos inadequados, rotinas truncadas ou excessivamente burocráticas e, especialmente, o processo decisório.
É o Processo Decisório, associado a amplo e regulamentados critérios de delegação, com autonomia decisória, que influi diretamente nos resultados. Todos devem saber até onde podem ir, o que podem decidir, até que valor, para que possam fazer fluir rápida e continuamente suas atividades e processos internos.
O excesso de centralização penaliza o andamento dos processos, retarda o processo decisório e traz implicações negativas para o dia-a-dia da empresa. Podem retardar um processo de compra, atrasar o envio de uma proposta, correndo o risco de perder a participação em processo Licitatório ou Decisão de Compra em processos Urgentes. Além dos desgastes naturais junto a Clientes que tem expectativas de qualidade, prazos e velocidade de atendimento.
A empresa deve avaliar todos estes aspectos para que tornem os processos internos eficientes e rápidos, sem perder a qualidade ou fugir dos Objetivos Macro da Organização.
Por outro lado, o Instrumento de Gestão – Indicadores de Desempenho não deve carregar o conceito negativo de que só serve para cobrança. Tanto os gestores quanto suas equipes devem evitar a todo custo associar a prática do uso dos Indicadores como meros “Instrumentos de Cobrança”. Utilizado de forma profissional, madura e consequente, serve acima de tudo para ajudar a corrigir o que está inadequado. Toda organização é dinâmica, evolui, cresce e passa a exigir mais de seus integrantes. Daí a necessidade de avaliar prioritariamente se os processos, recursos e infraestrutura estão ajudando ou atrapalhando os executores na realização de suas tarefas. Antes de cobrar, um gestor deve avaliar cuidadosamente estes aspectos.
Finalmente, todos devem se utilizar do Instrumento de Gestão para melhorar suas atividades de forma saudável, bem como apoiar mutuamente Gestores e Equipes a atingir os resultados preconizados pela empresa. Somente assim, a Empresa estará trilhando um caminho sólido com perspectivas continuada de crescimento. 
  1. Quantidade de Indicadores
A princípio deve-se limitar a quantidade de Indicadores por Núcleo Funcional. Deve-se ter em mente que cada Função ou Atividade Principal deve ser suportada por um Indicador. Entretanto, a base de referência está entre 7 e 10 Indicadores setoriais para evitar que estes se tornem tomadores de tempo e exijam dedicação excessiva de seus responsáveis.
Cabe aqui um esclarecimento. Alguns Indicadores tem a função de simples referência, porque traduzem naturalmente o que está acontecendo com determinada atividade. Significa dizer que independentemente de atuação sobre a qualidade deste Indicador, ele estará fazendo o seu papel: Indicar como e para onde estamos indo.





http://www.fnq.org.br/artigo_rafael.pdf
http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/indicadores-de-desempenho-e-sua-importancia-para-a-gestao/81210/

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O GERENCIAMENTO DO TEMPO




O mundo corporativo está cada vez mais competitivo e dinâmico, exigindo muitas habilidades e aptidões dos profissionais. O gerenciamento efetivo do tempo, se torna fundamental para o desenvolvimento da carreira de qualquer pessoa que queria assumir novos desafios e tarefas. O cumprimento dos prazos vai muito além da obrigação. Ele virou uma necessidade básica para que nós consigamos entregar tudo o que nos é solicitado e exigido pela empresa e pelos nossos desejos.

Temos a cada dia uma infinidade de coisas a fazer e, se juntarmos as nossas vontades,  muitas vezes se torna algo impossível de fazer e acabamos deixando vários desejos e tarefas do dia-a-dia de lado. Para evitar essa constante e crescente frustração e com a sensação de não conseguir fazer nada ao longo do dia, é vital que as pessoas sejam muito disciplinadas tanto no âmbito profissional quanto pessoal. 

Com isso, segue algumas dicas de como gerenciar e cuidar melhor do seu tempo:

1 - Faça uma lista de prioridades

- Dormir antes do Jantar ou Preparar o relatório do dia seguinte?
 Ao definir o que é mais importante, você conseguirá atuar mais energicamente nas atividades que trarão mais resultados. O diagrama de Pareto nos mostra que para atingirmos 80% dos resultados, precisamos nos focar em 20% das atividades.

2 - Evite as Redes Sociais

- Já reparou que não há infelicidade nas Redes Sociais? Ninguém posta foto triste ou que perdeu alguma coisa. Na maioria das vezes, as redes sociais criam uma frustração por não termos aquilo que estamos vendo. Outra característica é que ver a vida dos outros, nos toma muito tempo.

3 - No trabalho, evite ler e-mail a toda hora.

- Com o aumento da conectividade, as pessoas estão exigindo respostas quase que imediatas para os e-mails. Coloque cores para os e-mails mais importantes e defina um tempo mínimo para que o programa atualize sua caixa de entrada. Já vi casos de pessoas que abrem 10 e-mails ao mesmo tempo e não conseguem responder nenhum.



sexta-feira, 31 de julho de 2015

A Liderança nas Organizações




O processo de mudança organizacional é cada vez mais influenciado pelo líder, que exerce importante papel na construção de espaços nas organizações, na medida em que torna possível a facilitação das discussões e questionamento do grupo.

As organizações, constantemente alvo de intensas transformações, precisam de uma reestruturação dos processos produtivos e um reexame cuidadoso dos tradicionais modelos de gestão, pois estão demandando adaptações rápidas e eficazes dos seus líderes. Pode-se dizer que os antigos modelos não mais se adequam eficientemente ao ambiente competitivo instalado nas atuais organizações; as transformações, pelas quais passam, impulsionam os seus paradigmas, provocando rupturas e mudanças de suas filosofias gerenciais; e em meio a esse ambiente, a liderança é um elemento de vital importância ao sucesso de qualquer organização

O tema liderança é recorrente, importante e desafiador, englobando variáveis como tipos de poder e autoridade, características pessoais de líderes e liderados, inter-relações sociais, poderes atribuídos aos cargos, necessidade de alcançar objetivos corporativos e conjuntos de competências desejadas e necessárias ao seu exercício. A preocupação com esse tema existe desde o começo da humanidade, com muitos historiadores enunciando que o desenrolar da história humana esteve, e ainda está, sujeito à ação de líderes privilegiados e únicos e que a história dos povos é a somatória das biografias destas pessoas. 

Os líderes dentro de uma organização são o elo primordial interferente no desempenho da mesma; tidos como identificadores e comunicadores de valores coletivos, asseguram recursos para as pessoas internamente e ouvem a maior parte do tempo, pois são modeladores e defensores de culturas voltadas para o desempenho. Esses profissionais removem equipes para servirem ao bem comum, em muitas vezes em detrimento de objetivos pessoais, considerando que a liderança menos direta é favorecida pela orientação de exemplos e de uma comunicação e de uma visão de valores estimulantes muito mais alicerçada em escutar e cuidar dos seguidores. 

[...] em crise não há liderança partilhada, quando o barco está afundando o capitão não pode convocar uma reunião para ouvir as pessoas, tem de dar ordens. Esse é o segredo da liderança partilhada: saber em que situações deve agir como chefe e em que situações atuar como parceiro”. Para ele “a tarefa do líder é desenvolver líderes”, pois toda empresa necessita deles, ainda que muitas negligenciem o seu desenvolvimento (DRUCKER, 1996, p. 162). 

Acrescenta-se que liderança “é a tensão criada pelo fosso entre a situação presente e o sonho. Como toda tensão procura resolução, ela é fonte de energia que leva à criação de algo que não existe. E é isso que fazem os líderes” (SENGE, 1998, p. 6). 


Diante da globalização, através de mudanças constantes, compete ao líder adaptar-se às novas realidades e ser capaz de conduzir toda a sua equipa pelos processos de mudança que cada vez mais são necessários para que as organizações se encontrem preparadas para transformar as novas ameaças em oportunidades; à medida que as pessoas inseridas nestas organizações precisam de um enfoque holístico organizacional, o que acarreta um perfil multifuncional; flexibilidade e adaptação para novos valores éticos e técnicos; simplicidade e transparência da gestão; uso eficaz dos diversos recursos (estratégicos, táticos, operacionais e técnicos); abordagem gerencial centrada nos processos; e, agregar valor aos bens e serviços. 

Como o líder surge oportunamente e aquelas mudanças estão cada vez mais intensas, nota-se a necessidade de se ter uma visão muito mais holística para uma ação em prol de uma evolução nas relações humanas. Por intermédio do trabalho de um líder, obtém-se mais do ser humano que participa em grupo, com a descoberta de valores que motivam as pessoas a serem criativas, singulares, comunicativas, reflexivas, participativas e aptas a desenvolver mudanças.

Texto retirado do artigo de Ângela Maria Furtado Arruda, disponível no site: http://institutoateneu.com.br/ojs/index.php/RRCF/article/viewFile/4/6

terça-feira, 28 de julho de 2015

Networking Empresarial e Parcerias de Negócios




" União faz a força!" Essa frase, a muito utilizada, é a mais clara e simples informação para os empresários que desejam sobreviver em tempos de crise e vencer a concorrência. Com a crescente concorrência, muitas vezes em nível global, mercados cada vez mais exigentes e alta carga tributária observada no Brasil, criar, desenvolver e manter relações empresariais é vital para o negócio.

O objetivo principal de se realizar uma parceria é de unir forças, habilidades e competências para juntos ganhar dinheiro. Essa estratégia vem sendo utilizada com frequência na área de logística, onde as empresas se juntam para realizar a gestão da cadeia de abastecimento de acordo com sua expertise. Com isso, cada empresa foca no seu Core Business evitando perdas financeiras por falhas em processos, retrabalhos e baixa produtividade. Em alguns casos, todo o serviço logístico é terceirizado.

Luis Guilherme Brom, em um artigo para o site Gestão e Negócios, diz que: "Em um sistema econômico cada vez mais oligopolizado, com seus segmentos cada vez mais dominados por pequenos grupos de grandes empresas, a ideias de parceria empresarial, pode ser um caminho extramente interessante para pequenos e médios empreendimentos. Uma ideia cujo fundamento principal é o da cooperação entre empresas para um objetivo comum. O que vai um pouco contra a percepção enganosa e comum de que todas as empresas são concorrentes entre si e de que cada uma deve sempre atuar por si. Pelo contrário, a cooperação entre empresas pode ser altamente lucrativa. Os casos mais clássicos de parcerias empresariais ocorrem no segmento industrial, através dos chamados clusters, onde várias empresas se unem para elaboração de um produto final competitivo".


A união de grandes grupos possibilitou a modificação na forma de fazer negócio. A estratégia de aliar-se a um nome de peso começou a ser vista com bons olhos no mundo empresarial e grandes investimentos foram feitos no sentido de agregar valor aos novos grupos do mercado. Engana-se, porém, quem pensa que as parcerias nasceram apenas para as grandes empresas. Por não haver a necessidade de muito investimento, a parceria se torna a oportunidade ideal para micro e pequenos empresários que complementam seus serviços e agregam valor ao seu negócio.

Como forma de melhorar as empresas para sua empresa, pode-se realizar as seguintes atividades:


  • Complemente seu serviço

Ao perceber uma demanda não atendida pelo mercado e sua empresa não possui habilidade para atendê-lo procure algum parceiro com conhecimento. Com isso, ambos ganharão mercado e as empresas poderão fornecer um serviço mais completo.

  • Explore novos mercados

Entre as vantagens de uma boa parceria, está a possibilidade de expansão do negócio por meio de integração e solidificação de novos mercados

As vantagens para essa estratégia são várias, onde podemos citar:

  1. Aumento da área de atuação
  2. Otimização de Processos
  3. Soma de Competências
  4. Aumento da Competitividade
  5. Fortalecimento perante fornecedores



sexta-feira, 24 de julho de 2015

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

 



Já dizia um grande apresentador da televisão brasileira: " Quem não se comunica, se trumbica!" e não é a toa que essa frase nos mostra a importância de uma comunicação clara e eficiente dentro das empresas. Vários são os exemplos em que atividades simples se tornaram verdadeiros fiascos por falhas nesse quesito. As falhas vão desde erros de português (acentuação e pontuação), até nos elementos básicos de um diálogo.

A comunicação não está ligada em apenas dizer algo a outras pessoas, mas sim, fazer com que o outro lado, o receptor, entenda aquilo que está sendo dito, sem que haja qualquer tipo de má interpretação. É dever de quem está se comunicando assegurar que suam mensagem será compreendida de forma clara e objetiva.

Uma comunicação eficaz no mundo organizacional pode ser entendida com aquela que transforma e muda a atitude das pessoas. Se a comunicação apenas muda suas ideias, mas não provoca nenhuma atitude, então a ela não atingiu seu resultado.

Com isso, abordaremos o elementos da comunicação para facilitar o entendimento desse processo que parece simples, porém gera muitos problemas.Com eles, é possível usar como forma de comunicação, informação, expressão, e significados dos diversos sistemas simbólicos das diferentes linguagens. A forma de comunicação está divida entre:

Emissor - O que emite a mensagem
Receptor - O que recebe a mensagem
Mensagem - O conjunto de informações transmitidas
Código - A combinação de signos utilizados na transmissão de uma mensagem. A comunicação só se concretizará, se o receptor souber a decodificar a mensagem.
Canal de Comunicação  - Por onde a mensagem é transmitida: TV, rádio, jornal, revista, cordas vocais, ar...
Contexto - A situação a que a mensagem se refere, também chamado de referente.
Ruído - Qualquer perturbação na comunicação.


Cada elemento desse deve ser analisado com cuidado na comunicação, qualquer deslize, falta de atenção ou falta de trato, pode causar problemas graves dentro da corporação.



A empresa e os Colaboradores 



É importante, no dia-a-dia, que os colaboradores e a empresa esteja alinhados quanto aos objetivos a serem alcançados. Sendo assim, é através da comunicação eficaz que a organização conseguirá criar uma cultura corporativa, onde cada membro da equipe entende quais são os valores, crenças e regras de conduta da empresa.



Mensagem e a individualidade de receptor.

Cada pessoa tem a sua própria construção de significados que é influenciada por toda uma carga cultura adquirida durante anos. Ou seja, as pessoas não são iguais, portanto pensam e agem de forma diferente!! Com isso, a forma de se expressar, a escolha das palavras, o tom da voz ou o meio utilizado na comunicação influencia a foram como o ouvinte interpretará a mensagem recebida. Devido a isso, é importante entender quem é o seu receptor!


O Feedback e a Comunicação

O processo de comunicação deve estar em evolução contínua. Dever ser aperfeiçoado todos os dias. Para isso, o feedback é uma ferramente de suma importância. Portanto, assegure-se do retorno da mensagem que for transmitida, certifique-se se ela cumpriu com o objetivo e, de fato, gerou a atitude esperada. Caso isto não ocorra, a mensagem deverá ser transmitida novamente, dessa vez, veja como pode ser mais clara, até mesmo usando outros meios e palavras, busque entender quais são as dúvidas afim de esclarecê-las e melhorar cada vez mais a comunicação existente entre você e seu receptor.



Fonte: http://www.colegioweb.com.br/ http://www.ibccoaching.com.br

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Construção e Desconstrução de uma Marca

     A criação e desenvolvimento da marca de uma empresa, é um trabalho extremamente dificultoso e demorado. Leva anos e até décadas de muita dedicação e esforço para que a empresa seja bem vista pelo mercado. 

     As empresas precisam ter muito cuidado com as suas atitudes pois, com a evolução da internet e mídias sociais, um erro pode ser fatal ou, no mínimo, reduzir significativamente seu lucro.

Vários casos já foram apresentados, a ZARA foi acusada de utilizar mão-de-obra escrava em sua fábricas, a Hollister, pertencente ao grupo Abercrombie e Fitch, mentiu sobre sua história. Essas ações, destroem o conceito que as marcam exibem ao mercado. Se por falha na gestão ou erro intencional, o que de fato acontece é que elas perdem credibilidade gerando perdas financeiras consideráveis.

Para evitar erros como esses, mostramos aqui algumas dicas de como construir e manter sua marca cada vez mais sólida no mercado, através de um texto publicado no portal UOL:

1. Definir estratégia, posicionamento e atributos – a estratégia envolve o registro de crenças, valores e visão de futuro. O que a empresa ou o produto é hoje e o que gostaria de ser, como quer ser percebido. O posicionamento é o resumo da promessa do produto ou do serviço, deve deixar claro o que a empresa faz e quem é o seu público. Os atributos são características que o empreendedor deve listar. Existem os atributos qualificadores, que são obrigatórios para que uma empresa permaneça no mercado, como ética e confiabilidade; e os atributos diferenciais, que permitem se diferenciar da concorrência.
2. Construir ou renovar a marca – use a base definida no primeiro passo para criar alternativas para o design da marca. Fuja dos conceitos "gosto x não gosto" e "bonito x feio". Avalie o que ela comunica para, então, chegar ao desenho final de marca. Tem que ser original, memorável, atraente e precisa na comunicação dos atributos interessantes para a empresa.
3. Desenvolver identidade – mesmo depois de definida, a marca não pode ser aplicada indiscriminadamente nos materiais da empresa, a identidade verbal e visual precisa ser desenvolvida. Identidade verbal é a mensagem que vai orientar o discurso da empresa, seja no atendimento ou na publicidade. Ela precisa ser organizada, com mensagens-chave para cada público – clientes, funcionários, fornecedores e assim por diante. Já a identidade visual é o carro-chefe da marca. Envolve linguagem, tipografia, cores, estilo, grafismos etc. Ela deve ser exclusiva, a ponto de qualquer pessoa identificar um material da empresa, mesmo que a marca não esteja exposta.
4. Ativar – é o processo de dar vida à marca, fazer sua implantação de maneira planejada. O empreendedor deve começar elaborando uma matriz que coloque o impacto da ativação da marca em relação à dificuldade e o custo. O ideal é começar pelos pontos em que tem mais impacto e visibilidade, como identidade visual de lojas ou rótulos de produtos; ou pelos que são mais fáceis e baratos, como itens de papelaria. Construa um plano de implantação para orientar de maneira adequada e eficiente.
5. Gerir – a gestão vai observar os pontos de contato onde a marca aparece e fazer com que estejam alinhados, comunicando os atributos definidos anteriormente, de maneira uniforme. Isso envolve os veículos da empresa, arquitetura e decoração de loja e materiais digitais. Para que a marca tenha valor, é importante estar no controle avaliando como a comunicação e fazendo ajustes pra que esteja sempre consistente. Seguindo esses passos, é possível construir uma marca clara, marcante e inesquecível.
Grande ou pequena, Nacional ou Multinacional é de fundamental importância a transparência nas informações que você passa ao mercado. Incompetência e destrato com os clientes geram uma grande insatisfação dos clientes, onde, em momentos de crise, essas empresas são as primeiras a sair do mercado.

Criação do Blog

Olá pessoal!!

Hoje damos início ao nosso blog onde trataremos do mundo da gestão com todas as dificuldades, particularidades e atividades da área. Trataremos de diversos temas desse assunto que muitas vezes assusta as pessoas.

Abraços,

A importância da Gestão para as Pequenas e Médias Empresas.

Na atual conjuntura de crise e indefinição sobre sobre o contexto político, o diferencial para as empresas estará na gestão dedicada de cad...